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09/12/2017 - 10:10 - Atualizado em 12/12/2017 - 09:48
Gestores e pesquisadores debatem como expandir internacionalização
Ao longo de dois dias, Seminário Interno colheu opiniões de profissionais da instituição e apresentou experiências de sucesso que podem servir de modelo
por Autor: 
Hermom Dourado

Para Valder Steffen, intercâmbio de informações e projetos desenvolvidos em conjunto com instituições do exterior são fundamentais para o crescimento da UFU. (Foto: Milton Santos)

Na opinião do reitor Valder Steffen, a internacionalização é uma tendência global e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) precisa se espelhar no conceito da "internacionalização em casa", como é praticado na Universidade de Aveiro, em Portugal. "Lá foi criada uma sistemática interna que favorece o intercâmbio com outras instituições", relatou, na abertura do "I Seminário Interno sobre o Pide-UFU e o Processo de Internacionalização: Possibilidades e Desafios", na ultima quinta-feira (07/12).

 O evento foi promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propp) e pela Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (DRII) e teve dois dias de atividades. Entre os palestrantes, presença de profissionais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Faculdade de Tecnologia  de Amaricana (Fatec), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Capes) e Secretaria de Educação Superior  (SESu).

Pró-reitor de Extensão e Cultura, Hélder Eterno da Silveira disse entender que, paralelamente à captação de recursos via agências de fomento, a UFU precisa dar passos mais consistentes com relação aos seus planos de atuação conjunta com instituições do exterior. “Isso começa com identificar, acompanhar e monitorar as ações que alguns dos nossos pesquisadores desenvolvem individualmente. Há vários grupos e redes que podem ser estabelecidos a partir de projetos que hoje são individuais”, propôs.

Já o titular da Pró-Reitoria de Graduação comentou que um dos desafios de sua equipe é justamente no sentido de aumentar o acesso às possibilidades de internacionalização também para os estudantes que estão na fase de busca do diploma do ensino superior. “Na pesquisa, de fato, as coisas vão bem e o discurso está afinado, mas na graduação ainda temos muito a avançar. Estamos conscientes do tamanho deste desafio e somos parceiros da DRII na consolidação deste novo projeto”, frisou Armindo Quillici Neto.

Aproveitando esta deixa, Waldenor Barros Moraes Filho informou uma das primeiras providências que a Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais tem implantado:Temos conhecimento de que algumas universidades traduziram todos os títulos das disciplinas e as ementas e cadastraram estas informações na sua base de dados. Enquanto não é possível que isso aconteça aqui, já estamos trabalhando com a Diretoria de Administração e Controle Acadêmico (Dirac) para tentar criar pelo menos a máscara do histórico em língua estrangeira. É um começo. O processo não é simples, mas não podemos e não vamos discutir nas dificuldades.”

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Carlos Henrique de Carvalho, aponta entre as ações urgentes a serem tomadas pela UFU a sinalização para identificar também em outros idiomas os prédios, salas e blocos dos campi. “A DRII é de uma importância estratégica muito grande e precisa ser reconhecida como tal, inclusive contando com orçamento próprio, como já ocorre em outras universidades aqui mesmo de Minas Gerais”, advogou.

Ainda de acordo com o atual comandante da Propp, no momento os principais esforços devem ser na elaboração de um projeto para submissão ao edital do Programa Institucional de Internacionalização de Instituições de Ensino Superior e de Institutos de Pesquisa do Brasil (CAPES/PrInt). No entanto, ele garante que o foco é mais amplo: “O prazo é 18 de abril, porém temos que estar com tudo pronto até março porque o texto precisa ser traduzido e avaliado por consultores internacionais. Paralelamente a isso, também vamos trabalhar em um projeto mais a longo prazo para promover uma internacionalização inclusiva, abrangendo todos os grupos de pesquisa, a maioria dos nossos programas de pós-graduação, bem como a extensão e a graduação. Toda a comunidade da UFU precisa estar inserida no cenário internacional e este é o principal intuito dos nossos debates para a criação de uma política institucional que viabilize esta nova realidade.”

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