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25/01/2018 - 16:48 - Atualizado em 29/06/2018 - 16:45
Grupo de estudos sobre linguagens reúne estudiosos de oito estados
Com 11 anos de história e atualmente liderado por duas professores do campus da UFU em Ituiutaba, grupo é aberto a participação de estudantes de graduação ou pós, profissionais de instituições de ensino superior ou da Educação Básica e de educadores popu
por Autor: 
Hermom Dourado

Oficina de Leitura Dramática (Foto: Arquivo do Geplell)

O Grupo de Estudos em Políticas de Leitura, Escrita, Livros e Linguagens (Geplell) começou suas atividades na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) em fevereiro de 2009 e conta atualmente com a participação de 19 pesquisadores. Fazem parte da equipe duas mestrandas da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal (Facip), em Ituiutaba, além de profissionais de instituições como a própria UFU e Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de Goiás (UFG) e Faculdade São Bento da Bahia (FSBB).

Uma das líderes do grupo, a professora Karina Klinke, da Facip, informa que o início dos estudos e pesquisas multidisciplinares voltadas para a investigação do ensino, da história e das políticas nacionais de leitura, escrita, livros e múltiplas linguagens em contextos escolares e não-escolares foi em 2006, época em que ela atuava na equipe da UFSM, no Rio Grande do Sul. “O foco do nosso trabalho é na integração de pesquisadores e discentes da pós-graduação e da graduação, bem como de instituições de ensino superior parceiras, profissionais da Educação Básica e educadores populares. Fazemos isso, principalmente, por meio de seminários abordando os conceitos de nomes como Pierre Bourdieu, Michel Foucault, Roger Chartier, Roland Barthes e Mikhail Bakhtin, dentre outros”, lista.

De 2009 a 2016, o Geplell concluiu três projetos de pesquisa que contaram com financiamento ou bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq): “Mulheres assentadas e suas leituras como experiência política”; “História da leitura no Brasil: constituição do campo” e “Uma história de resistência: o Movimento Experimental de Cultura e Arte de Ituiutaba/MG (1974-2014)”. Iniciado neste ano e ainda em andamento há mais um, que foi intitulado “Repercussão da atual política de governo para acesso ao livro literário e promoção de sua leitura (2003-2016)”.

Com relação às atividades de extensão já realizadas, em 2011 houve o Literatura na escola”. Já de 2013 a 2015, ocorreram três edições do “Educação Popular: vamos fazer arte?”. Por fim, em 2016, este projeto veio com uma nova proposta e passou a se chamar Vamos fazer arte? – leitura dramática”. Todas as ações são divulgadas e registradas em uma página no Facebook.

Questionada sobre as principais metas e ambições do grupo, Karina Klinke afirma que a intenção é continuar pesquisando as condições das práticas de leitura, escrita e múltiplas linguagens, bem como seu ensino, principalmente aos grupos populares. “Para tanto, almejamos a internacionalização com parcerias em Angola, Moçambique e América Latina. Isso possibilitaria ampliar o acesso e as capacidades de grupos marginalizados”, argumenta.

 

Saiba mais

Para ficar por dentro das novidades do Grupo de Estudos em Políticas de Leitura, Escrita, Livros e Linguagens, basta entrar em contato via e-mail ou fan-page no Facebook. O grupo de pesquisa sediado na Facip – Rua Vinte, 1600, Bairro Tupã, Ituiutaba – também tem um blog e atende pelo telefone (34) 3271-5235.

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