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17/05/2019 - 16:59 - Atualizado em 20/05/2019 - 09:14
Pesquisadores trocam laboratórios pelas ruas para divulgar a ciência
Neste sábado (18/05) a atividade será realizada no Parque do Sabiá, em Uberlândia
por Autor: 
Matheus Maia

Programa Idioma Sem Fronteiras foi afetado com o corte de verbas (foto: Milton Santos)

 

Professores e estudantes da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) trocam os laboratórios por praça e parque nos dias 17 e 18 de maio. A manifestação convocada pelos alunos tem como propósito mostrar para a sociedade quais são as produções desenvolvidas dentro da universidade. A ideia dessa manifestação é realizar uma grande feira de ciências ao ar livre para mostrar à sociedade como a ciência está presente no dia a dia da população e os prejuízos que o país vem acumulando em razão dos cortes nos investimentos do setor.

No sábado (18/05), os trabalhos estarão expostos das 8h às 13h no Parque do Sabiá, em Uberlândia. Na sexta-feira (17/05), o evento foi realizado na praça Tubal Vilela, no Centro de Uberlândia.

De acordo com uma das organizadoras e também estudante do curso de Medicina Veterinária, Tatiane Marquini Ribeiro, o evento está sendo um momento de aproximação com a população para mostrar que a universidade é de todos, em especial da comunidade externa. A estudante conta que durante conversas com a população notou que muitos não sabiam da gravidade dos cortes e como isso poderia afetar a comunidade.

A graduanda Karolline Monteiro da Silva, do curso de Biomedicina, levou para a população a apresentação do Jornal Biomedicina em Destaque. Esse projeto surgiu da necessidade de levar a população a se informar sobre o que é produzido dentro do curso e quais os reflexos disso na sociedade. Segundo Silva, o primeiro impacto vai ser inviabilizar a chegada da informação à sociedade. “Sendo assim, você abre janelas para que mitos e inverdades aumentem. Tudo isso vai gerar um efeito cascata que pode atingir diversas áreas, mas que poderia ser impedido com o investimento na educação”, afirma.

Para a aluna de Medicina Veterinária e integrante do Programa de Educação Tutorial (PET), Bruna Candelori, o programa será afetado. No PET, os estudantes "PETianos" desenvolvem projetos e trabalhos em pesquisas, ensino e extensão. “Com o corte de bolsas os projetos desenvolvidos por nós alunos podem ser diretamente impactados”, alerta Candelori.

Estiveram presentes também os alunos do Programa Idioma Sem Fronteiras (ISF). Na última semana foi oficializado o corte das bolsas do programa. O ISF foi criado em 2012 para auxiliar universitários a terem acesso aos programas de mobilidade, fomentando a internacionalização nas instituições de ensino. A bolsista Daniela Chistoni não esconde o impacto com o fim do programa. Ela explica que a universidade perde uma atividade bastante rica, de ensino e aprimoramento de idiomas para fins acadêmicos.

 

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