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06/09/2019 - 16:30 - Atualizado em 11/09/2019 - 12:30
Ações em Monte Carmelo e Ituiutaba dão início ao 'Setembro Amarelo'
Iniciativa da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil busca a prevenção ao suicídio e conta com atividades até o próximo dia 26 em todas as cidades em que a UFU possui unidades
por Autor: 
Hermom Dourado

Envolvimento de alunos é fundamental para o êxito da campanha. (Fotos: Divulgação/Proae)

 

"Falar é a melhor solução". Este é o slogan da campanha Setembro Amarelo, que consiste em um mês de ações de prevenção ao suicídio e teve início no ano de 2014, por iniciativa da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e outras entidades nacionais, como o Centro de Valorização da Vida (CVV). 

Na Universidade Federal de Uberlândia, a campanha foi rebatizada como “Mês para a Vida – Setembro Amarelo”. Ela vem sendo promovida há três anos, sob a coordenação da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae), por meio das suas Divisão de Saúde (Disau) e Diretoria de Qualidade de Vida do Estudante (Dirve). As atividades da edição de 2019 começaram na tarde desta quinta-feira, dia 5, com a Roda de Conversa "Precisamos falar sobre o suicídio", mediada pela psicóloga Meirilane Naves, no Campus Monte Carmelo.

 

Já nesta sexta-feira, 6, a movimentação está sendo no Campus Pontal, em Ituiutaba, com apresentações culturais, mesa “Amarelo para Além de Setembro”, palestra “A Importância da escuta na prevenção do suicídio” (por Nilo Nascimento Lucas de Lima, médico psiquiatra do CAPS – Tio Doc), duas rodas de conversa e encerramento em um piquenique coletivo, com a oficina de sensibilização “Amar + Elo”.

A extensão programação terá continuidade em todas as unidades da instituição ao longo das próximas semanas, se estendendo até o próximo dia 26. O “Dia D” será na próxima terça-feira, 10, quando estão agendadas atividades nos campi Santa Mônica, Umuarama, Pontal, Patos de Minas e Monte Carmelo. Para mais detalhes, acesse as páginas da Proae no Facebook e no Instagram.

 

Drama global

No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública. De acordo com números oficiais do Ministério da Saúde, são registrados quase 12 mil suicídios todos os anos no nosso país. Este número significa que, em média, 32 brasileiros se matam por dia, uma taxa de mortalidade maior do que a de vítimas de Aids e da maioria dos tipos de câncer, por exemplo.

No mundo o problema também atinge níveis alarmantes e, preocupantemente, sua ocorrência tem aumentado entre jovens. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. A OMS também afirma que, a cada 10 casos de suicídio, 9 têm prevenção.

Apesar disso, um estudo brasileiro afirma que 96% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais, diagnosticados ou não, tratados de forma incorreta ou não tratados de maneira alguma. Entre esses transtornos que mais causam o suicídio estão a depressão, o transtorno bipolar e o abuso de substâncias.

 

>>> Veja também:

Entrevista da coordenadora do Ambulatório Multiprofissional do Estudante (Ame), Juliana Bomtempo, ao Boletim Comunica UFU, da Rádio Universitária FM

Entrevista da coordenadora da Divisão de Saúde (Disau), Daniela Aparecida Ramos, ao Canal da UFU no YouTube

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