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14/11/2019 - 16:04 - Atualizado em 19/11/2019 - 11:47
Ciência Viva revela novos cientistas
O despertar para a iniciação científica é o principal objetivo do evento
por Autor: 
Marco Cavalcanti

 

 

 

Frederico Ferreira e Isabella Freitas, da Escola de Educação Básica da UFU: ‘A nossa ideia era fazer um bioplástico compostável que tivesse como fonte principal o amido para a gente produzir algumas pastas escolares organizadoras de fichamento para incentivar a sustentabilidade nas escolas, ao mesmo tempo que a gente substitui o plástico que principalmente nos últimos 10 anos vem sido, cada vez mais, produzido’, revela Isabella. (foto: Marco Cavalcanti)

 

Com o objetivo de incentivar a iniciação científica na Educação Básica, uma parceria entre a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU) e o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) realizou, nos dias 12 e 13 de novembro, o Ciência Viva. 

Nos dois dias foram apresentados 92 trabalhos científicos de estudantes de escolas municipais, estaduais e federais de Uberlândia e de outras duas cidades do Triângulo Mineiro: Ituiutaba e Tupaciguara. O tema abordado foi “Bioeconomia: diversidade e riqueza para o desenvolvimento sustentável”.

Além da exposição à comunidade, realizada em estandes no Campus Santa Mônica, os trabalhos passam por uma avaliação feita pelos organizadores. Nela - uma conversa -, os alunos recebem orientações para o desenvolvimento das pesquisas.

 

Gabriel Soares, José Borges e João Oliveira, da Escola Municipal Sebastiana Silveira Pinto, de Uberlândia, pesquisaram a importância e os benefícios da energia eólica. (foto: Marco Cavalcanti)

 

“O importante é que tenha o incentivo para o estudante desenvolver a iniciação científica na escola, preparando ele para uma futura carreira acadêmica”, resume o docente do Instituto de Física da UFU, Adevailton Bernardo dos Santos, coordenador do Ciência Viva.

Criatividade e caráter inovador, abordagem do tema com referências bibliográficas, metodologia científica viável, profundidade e abrangência na abordagem do tema, apresentação com banner e protótipo são alguns dos itens que contam ponto na avaliação.

“O nosso objetivo como avaliador é tentar encontrar trabalhos referência que vão ser representado nas outras feiras do país e, ao mesmo tempo, construir junto com esses estudantes que estão em formação alguns pontos para melhoria das propostas científicas que eles estão apresentando”, revela a professora de Ciências, Ana Cláudia Morato.

 

Bruna Sylmara e Maria Eduarda Ferreira mostraram que a criatividade pode ajudar a minimizar danos causados pela sociedade de consumo ao meio ambiente. Elas estudam na Escola Estadual Professor José Inácio de Sousa, em Uberlândia. (foto: Alexandre Costa)

 

Morato trabalha na coordenação pedagógica do Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais Julieta Diniz (Cemepe), da PMU, e participou das avaliações e da organização do evento. “Somos um olhar externo que contribui muito para o fazer científico, para a alfabetização científica desses jovens alunos”, afirma.

Ao final do Ciência Viva, são premiados com troféus e certificados três trabalhos de cada área de conhecimento e três de cada nível de ensino. “Essa premiação é mais um incentivo extra. Na verdade, se a pessoa já vem aqui, apresenta o trabalho, fez o trabalho na escola, o conhecimento que é mobilizado, a construção desse trabalho é o que vale para o aluno. Essa é ideia nossa” esclarece Adevailton Santos.

O Ciência Viva é coordenado pelo Museu Diversão com Ciência e Arte (Dica/UFU), órgão vinculado ao Instituto de Física da UFU. Ele é aberto a todas as escolas do Ensino Básico e faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

 

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