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06/11/2019 - 18:38 - Atualizado em 06/11/2019 - 18:40
UFU sedia VIII Simpósio Internacional de Ensino da Língua Portuguesa
Evento acontece de 6 a 8 de novembro, no Campus Santa Mônica
por Autor: 
Fabiano Goulart

 

Com o tema “Políticas de Ensino de Língua Portuguesa”, acontece de 6 a 8 de novembro de 2019, no Campus Santa Mônica, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o VIII Simpósio Internacional de Ensino da Língua Portuguesa (Sielp), promovido pelo Centro de Pesquisa em Ensino de Língua Portuguesa (Cepelp), do Instituto de Letras e Linguística (Ileel), da UFU. Com edições anuais alternadas, entre Brasil e Portugal, por meio de conferências, mesas-redondas, simpósios temáticos, pôsteres e lançamento de livros, dentre outras atividades, o Sielp propicia o debate em torno do ensino de Língua Portuguesa e o diálogo entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, além de ser espaço de circulação e divulgação de pesquisas e trabalhos que fundamentam as principais linhas relacionadas ao ensino de Língua Portuguesa. Segundo a presidente do simpósio, professora do Ileel/UFU, Maura Alves de Freitas Rocha, “o Sielp sempre mantém o foco no ensino da língua portuguesa e no objetivo de contribuir com a formação e com o domínio da língua, não só para os nossos alunos, futuros professores, mas também para os professores que já atuam nas escolas públicas e particulares”, disse Freitas Rocha.  

 

Eixos temáticos

O ensino da língua portuguesa aliado às novas tecnologias, as Diretrizes Nacionais de Ensino de Língua Portuguesa, letramento e multiletramento, variação linguística, literatura, leitura, (re)escrita e ensino da língua portuguesa por meio de gêneros do discurso, dentre outros, são temas compõem a programação deste VIII Sielp até a quinta-feira, 8 de novembro. Segundo a Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Estudos Linguísticos do Ileel/UFU e membro da comissão organizadora, Fernanda Mussalim, um dos eixos centrais é a formação de professores. “Não tem como proceder qualquer alteração ou intervenção no contexto escolar, para o ensino da língua portuguesa, sem investir na formação dos professores que estão e estarão em sala de aula e nós abordamos aqui não só a didática do ensino da língua, mas também questões que não podem ser deixadas fora da realidade da sala de aula, como é o caso variação linguística. A escola tem, em seu papel de educação formal, a missão de ampliar o repertório linguístico dos alunos de modo que eles possam ser usuários da língua portuguesa, em quaisquer contextos sociais”, disse Mussalim. De acordo com o pesquisador do Instituto de Educação da Universidade do Minho, em Portugal, José Antônio Brandão Carvalho, pelo fato de ser, simultaneamente, aquilo que se aprende e o meio de transmissão desse saber, o português torna-se bastante complexo e difícil de trabalhar na sala de aula. “A língua portuguesa não é um conhecimento simples, mas é um conhecimento que tem a ver com a própria vida das pessoas, aquilo que elas são, o modo como pensam e o modo como se relacionam com os outros. Em um mundo em mudança é importante termos consciência de que as pessoas têm que ser, cada vez mais, capazes de, através da língua, participarem ativamente nos contextos da sociedade em que vivem”, concluiu Carvalho. 

Conheça os trabalhos e a PROGRAMAÇÃO DO VIII SIELP

 

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