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16/09/2016 - 16:41 - Atualizado em 23/09/2016 - 12:02
Espaço aberto para novos mesários e apuradores de votos
Colaboração voluntária de alunos, professores e técnicos administrativos é fundamental para o êxito dos trabalhos da Comissão Eleitoral
Por: 
Hermom Dourado

Trabalho dos mesários voluntários é imprescindível para o bom andamento da votação. (Foto:Milton Santos)

A Comissão Especial Eleitoral aponta a pequena participação de voluntários da comunidade acadêmica para atuar nas funções de mesário e apurador de votos como uma das grandes dificuldades enfrentadas durante a realização do primeiro turno da Consulta Eleitoral, nos últimos dias 13 e 14. Este processo de votação é fundamental para o funcionamento da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), pois define, em última instância, a lista tríplice que será enviada ao presidente da república para selecionar o reitor e o vice-reitor da instituição para a gestão 2016-2020. 

Um dos membros da comissão, o docente Daniel Duarte Abdala ressalta que a indicação de quem irá conduzir a administração da UFU pelos próximos 4 anos impacta diretamente a vida dos discentes, docentes e técnicos que atuam na universidade, assim como exerce uma influência considerável nas políticas de extensão dela. Ainda segundo ele, o processo de Consulta Eleitoral que está ocorrendo se assemelha em muitos aspectos a uma eleição municipal. "As questões de logística e operacionalização do nosso processo são imensas. Diferentemente dos pleitos municipais, porém, o pessoal lotado para operacionalizar a nossa Consulta Eleitoral é destacado de dentro da comunidade universitária de maneira voluntária. Esta foi a forma como as comissões especiais e de ética foram definidas, por indicação e voluntariado. O mesmo ocorre com os mesários e apuradores. Apenas quem trabalha nas áreas de segurança e transporte foi designado pelos departamentos competentes", informa.

Abdala relata que esta dependência da boa vontade de pessoas da comunidade acadêmica para se voluntariarem em trabalhar como mesários e apuradores prejudicou muito o andamento dos serviços da comissão no primeiro turno. "A participação inicial foi muito pequena, aquém do necessário para operar a máquina da consulta. Boa parte dos motivos dos atrasos na abertura das urnas decorreu deste fato. Pessoas para operar as mesas coletoras de dados foram recrutadas (ainda de forma voluntária) no momento da abertura. Consequentemente, elas precisaram ser treinadas 'in loco' e os atrasos foram inevitáveis", pondera o docente.

Ele aproveita a deixa para reforçar o convite para que outros membros da comunidade universitária se inscrevam - via site da Consulta Eleitoral - para colaborar no segundo turno como mesários e/ou apuradores de votos: "Com a participação representativa da comunidade, podemos organizar uma consulta democrática, ou seja, da forma que toda a comunidade deseja e espera." Os professores Valder Steffen Júnior e Arquimedes Diógenes Ciloni disputam o segundo turno na votação que será realizada já na próxima semana, nos dias 21 e 22 de setembro.

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