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28/09/2022 - 09:44 - Atualizado em 04/10/2022 - 08:32
Diretoria de Comunicação Social da UFU recebe visita de servidor da UFVJM
Conhecimento das estruturas física e organizacional da equipe de comunicação da UFU tem como intuito servir de referência para a reestruturação do setor na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Por: 
Ítana Santos

Recentemente, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) recebeu a visita de Sérgio Soares, publicitário e programador visual da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Ele aproveitou a passagem por Uberlândia para conhecer algumas instalações da universidade e as estruturas física e organizacional da Diretoria de Comunicação Social (Dirco). Soares, que integra o Setor de Criação Gráfica da UFVJM e é lotado no Campus Diamantina, realizou visitas a duas unidades da UFU. No Campus Santa Mônica conversou com servidores e estagiários da Dirco e da Fundação de Rádio e TV Universitária (RTU). Já no Umuarama, teve contato com profissionais do Hospital de Clínicas (HC-UFU/Ebserh) e do Centro de Referência Nacional de Hanseníase e Dermatologia Sanitária (Credesh).

Da esquerda para a direita: Renata Neiva, diretora da Dirco; João Ricardo Oliveira, publicitário da Dirco; Hellen Caetano, assistente administrativa da Dirco; Sérgio Soares, publicitário e programador visual da UFVJM; Marianna Oliveira, publicitária e relações públicas da Dirco; Abrão Osório Júnior, designer da Dirco; Vitor Bueno, estagiário de Jornalismo da Dirco; Ítana Santos, jornalista da Dirco; e Hermom Dourado, jornalista e coordenador de Conteúdo da Dirco. (Fotos: Milton Santos)

A ida do servidor ao HC e ao Credesh teve como principal objetivo o conhecimento da comunicação visual adotada na sinalização desses espaços e que pode ser utilizada como referência para a aplicação do mesmo recurso em espaços da UFVJM. Já a visita às instalações da Dirco foi para uma conversa pessoal com os membros da equipe de comunicação da UFU, uma vez que ele já estava em contato com parte dela via e-mails. De acordo com Soares, as estruturas física e organizacional de trabalho vistas em Uberlândia também podem servir de amparo para a reestruturação pela qual Diretoria de Comunicação da UFVJM está passando.

O primeiro contato do publicitário e programador visual com os produtos de comunicação da UFU foi com o Portal Comunica, quando ele realizou um benchmark - processo de estudo e análise das práticas de uma equipe de um mesmo setor que o seu e que podem ser replicadas no seu trabalho - do principal canal de comunicação da instituição uberlandense para aplicar no site da UFVJM. “Eu já dei uma olhada no site muito tempo atrás, quando eu estava fazendo benchmark para o Portal da UFVJM, mas eu tive um aprofundamento depois que eu comecei a falar com vocês por e-mail. Ai que eu tirei algumas horas para navegar um pouco, ser mais efetivo. Baixei a resolução, baixei todas as coisas que estavam postadas lá e fui ver como é que funciona”, explica.

Após conhecer presencialmente a Dirco, um dos elogios feitos por ele é em relação à vazão que a equipe de comunicação da UFU consegue dar a todo trabalho por ela realizado e a conexão entre todas as produções e os canais de comunicação: "Eu achei que vocês têm uma coisa que eu planejava desde a época do portal, um hiperlink muito grande entre as mídias digitais e os canais tradicionais. Vocês conseguem dar uma vazão muito boa para a produção e a divulgação dos produtos que fazem e o que me chamou muita atenção é a quantidade de vídeos que produzem. A gente faz uma coisa, de vez em quando; depois aquele projeto não vai pra frente; depois faz outra coisa diferente, não tem link as coisas. É difícil! É muito raro ter link. Não é algo programado e vocês têm isso muito mais organizado.”

Soares credita esta facilidade de produção do setor a dois fatores: linha editorial bem estabelecida e a gestão da diretora de Comunicação, Renata Neiva. "Eu acredito, principalmente, que por causa de já ter uma definição de estrutura comunicacional mesmo, vocês já têm lá uma regra estabelecida, editorias para os veículos; já pensaram previamente na linha editorial do veículo; então, isso facilita na interligação. Quando chega algum projeto para fazer, alguém pedindo alguma divulgação, vocês já têm um caminho pronto, definido. E isso é diferencial, porque você não tem que ficar discutindo a mesma coisa toda vez que chega alguém diferente pedindo uma solicitação. O editorial que vocês conseguiram resumir, por mais que pareça básico, a pessoa entra lá, já chega e lê; fica mais direcionada para pedir a demanda. E [...] o fato da Renata estar há bastante tempo [à frente da equipe]; ela consegue ir adequando as coisas, orientando, intercalando, coordenando.”

Sérgio Soares (à esquerda, de camiseta branca e com óculos de sol pendurado na gola) conversou com integrantes de todos os setores de comunicação da Dirco

Outro ponto que ele acredita ser um triunfo para a equipe da Dirco é o fato de ter uma grande integração entre os setores da UFU e o time de comunicação estar presente em todos eles, como é o caso da Divisão de Divulgação Científica - um braço do setor que fica alocado junto à Diretoria de Pesquisa (Dirpe), no prédio da Reitoria. "A proximidade faz com que os obstáculos para a divulgação dos trabalhos que acontecem dentro da instituição sejam diminuídos", avalia.

A Dirco foi o último departamento de comunicação de uma instituição de ensino visitado por Sérgio Soares. Antes de vir a Uberlândia, ele viu de perto os trabalhos das equipes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Campus Montes Claros, do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Analisando as rotinas em todos esses lugares, diz ter observado uma grande semelhança: “Em estrutura de comunicação é sempre uma equipe de alta performance. É um grupo pequeno, que faz muita coisa e aprende as coisas muito rápido. Isso é um padrão.”

Finalizando, o servidor da UFVJM também compara o tratamento que uma equipe de comunicação tem em uma instituição pública e em uma privada. “Eles [setor público] acham que [a comunicação] é uma equipe tradicional, normal, burocrática. Pelo que eu vejo, em termos de comparação com as empresas privadas, é que estas valorizam muito [a equipe de comunicação]. Nessa questão, a gente não é valorizado no serviço público. A gente não tem infraestrutura para poder crescer, não tem base para trabalhar. Normalmente eu chego numa agência e já encontro os computadores de última geração, os últimos programas, tudo atualiza automaticamente. Você não tem que fazer nada. No serviço público você tem que fazer tudo isso sozinho, o tempo inteiro, o que gera sobrecarga porque você acaba gastando muito tempo com estrutura e acaba ficando sem tempo para os produtos. Pra mim, isso é um tempo mal utilizado.”

 

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