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07/11/2019 - 08:57 - Atualizado em 07/11/2019 - 16:52
A radiação ionizante dos equipamentos hospitalares
Mestrando da UFU explica como profissionais de saúde podem se proteger
por Autor: 
Portal Comunica UFU
Por: 
Lucas Wilian Gonçalves de Souza*

 

O portal Comunica UFU publica nesta semana uma série de textos produzidos durante o curso de extensão de Divulgação Científica, promovido em outubro e novembro pela Diretoria de Comunicação Social (Dirco) e pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Os textos são de autoria dos alunos do curso, orientados por jornalistas da UFU que fazem parte da equipe de palestrantes. Este aqui é o quarto e foi escrito pelo estudante Lucas Wilian Gonçalves de Souza.

 

Simulação sobre a quantidade de radiação ionizante absorvida por paciente e dois profissionais durante um procedimento de Radiologia Intervencionista do Hospital de Clínicas de Uberlândia (HCU/UFU). Os cilindros em torno dos profissionais representam os aventais plumbíferos, os colares são os protetores de tireoide e eles usam óculos de vidro plumbífero também. Esses simuladores de pessoas foram feitos por outros pesquisadores a partir de imagens de tomografia e modelagem 3D com superfícies poligonais. As linhas vermelhas representam as trajetórias da radiação ionizante (raios X). (Imagem: arquivo do pesquisador)

 

A radiação ionizante emitida por equipamentos hospitalares pode prejudicar a saúde dos trabalhadores? Sim, pois a exposição à radiação ionizante pode provocar danos ao DNA que podem levar ao desenvolvimento de tumores. Além disso, ela também pode causar catarata, dentre outras doenças. 

Mas como os trabalhadores podem melhorar sua proteção? Essa é a pergunta que busco responder no curso de Mestrado em Engenharia Biomédica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Em minha pesquisa, utilizo simulações computacionais para estimar a quantidade de radiação que os trabalhadores recebem e quais medidas para minimizar a exposição.

Por que usar computador? O computador permite calcular a dose de radiação em cada órgão, o que não é possível de se fazer com experimentos reais. Além disso, a simulação é mais barata e tão precisa quanto o experimento.

A pesquisa mostra que as melhores medidas são: usar corretamente os equipamentos de proteção individual (EPI) e coletiva (EPC), manter distância do paciente, ficar o mínimo de tempo possível dentro da sala e fazer rodízio entre os trabalhadores. Mantendo essas boas práticas, a radiação pode ajudar o paciente, otimizando a exposição do trabalhador. 

 

Lucas Wilian Gonçalves de Souza (à direita) participa do curso de extensão de Divulgação Científica (Foto: Marco Cavalcanti)

 

*Lucas Wilian Gonçalves de Souza é graduado em Física (Licenciatura) e é aluno de Mestrado em Engenharia Biomédica na UFU, orientado pelo professor Lucio Pereira Neves.

 

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