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PODCAST

Como funcionam os créditos de carbono?

Episódio #148 do ‘Ciência ao Pé do Ouvido’ aborda o funcionamento do mercado de CO²

Publicado em 03/08/2026 às 13:14 - Atualizado em 04/08/2026 às 09:58

(Ilustração: Igor Herrera. Layout: Abrão Júnior)

De plataformas de delivery a companhias aéreas, a promessa de reduzir ou compensar o carbono se tornou comum no cotidiano de milhões de pessoas. Mas o que realmente acontece quando uma empresa afirma que “compensou” carbono?

“Eles nada mais são do que certificados que representam uma tonelada de dióxido de carbono equivalente que foi evitada ou removida na atmosfera”, explica Lorena Lourenço, agrônoma formada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Nesse mercado, as empresas que possuem um alto nível de emissão de gases do efeito estufa (GEEs), podem adquirir seus certificados, reduzindo sua pegada de carbono.

O sistema foi criado com o objetivo de compensar as emissões de GEEs, especialmente em setores na qual a redução é mais difícil. Por meio de projetos de preservação e recuperação de áreas degradadas, por exemplo, cada crédito garante que uma quantidade específica de dióxido de carbono (CO²) deixou de ser liberada ou foi retirada da atmosfera.

O episódio #148 do podcast Ciência ao Pé do Ouvido convida a compreender como esse mecanismo funciona, quais são seus objetivos e limites, e como ele impacta o cotidiano. Durante a conversa, Lourenço ressalta que, apesar de parecer simples, o funcionamento do mercado de créditos envolve regras e metodologias rigorosas. 

Você pode conferir o episódio nas principais plataformas de podcast e também aqui no portal Comunica UFU. O "Ciência ao Pé do Ouvido" é produzido pela Divisão de Divulgação Científica da Diretoria de Comunicação Social da UFU (Dirco/UFU) e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

 

 

Política de uso: A reprodução de textos, fotografias e outros conteúdos publicados pela Diretoria de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia (Dirco/UFU) é livre; porém, solicitamos que seja(m) citado(s) o(s) autor(es) e o Portal Comunica UFU.

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