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28/08/2018 - 16:53 - Atualizado em 30/08/2018 - 11:01
Veja como foi a feira de embaixadas da UFU no Cities
Evento reuniu 70 pesquisadores interessados em internacionalização
por Autor: 
Diélen Borges

Participaram os representantes das embaixadas de Austrália, Canadá, Portugal, Dinamarca, Reino Unido, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (Foto: Marco Cavalcanti)

A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) reuniu cerca de 70 pesquisadores para o Encontro Internacional para Ensino e Inovação, nesta terça-feira (28), no Congresso Internacional de Tecnologia, Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade (Cities 2018), que acontece na Casa Garcia, em Uberlândia, até a próxima quinta-feira (30).

Os representantes das embaixadas de Austrália, Canadá, Portugal, Dinamarca, Reino Unido, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras, receberam os pesquisadores da UFU que se inscreveram para conversar sobre internacionalização. Houve lista de espera com mais de 30 nomes.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFU, Carlos Henrique de Carvalho, abriu a feira de embaixadas destacando a importância do evento não apenas para a universidade, mas também para a cidade de Uberlândia, devido à oportunidade de se estabelecer parcerias nas áreas de pesquisa e inovação.

A analista Fabiane Queiroz, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MG), falou sobre a importância da internacionalização da cidade para atrair investimentos e gerar negócios. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Dilson Dalpiaz, apresentou o projeto de internacionalização de Uberlândia, desenvolvido pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico de Uberlândia 2100.

"O processo de internacionalização é complexo e articulado", declarou o diretor de Relações Internacionais e Interinstitucionais da UFU, Waldenor Barros Moraes Filho. Recentemente, a universidade foi aprovada no Programa Institucional de Internacionalização (PrInt), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que investirá R$ 300 milhões anualmente, a partir de 2019, em projetos de 25 instituições.

Moraes explicou que uma unidade acadêmica sozinha, por exemplo, não consegue se internacionalizar sem uma rede de estrutura à sua volta. "Implica investimentos em pessoal, a criação de uma cultura institucional, desenvolvimento de habilidades linguísticas não só dentro mas fora da universidade e condições de hospedagem desses estrangeiros que vêm até aqui. Essa relação cidade-universidade é íntima, necessária, e quando ambas assumem o compromisso de internacionalização esse movimento só tende a crescer."

Entre os representantes de embaixadas, o assessor técnico David Benito Canalejas, do Escritório de Educação da Embaixada da Espanha, no Rio de Janeiro, apresentou as possibilidades de intercâmbio dos brasileiros com esse país e disse que os espanhóis têm interesse nas pesquisas da UFU em setores agrários e energéticos. "São setores também prioritários para a Espanha", declarou.

O assistente comercial José Maurício de Vasconcelos, que trabalha na Embaixada dos Estados Unidos em Belo Horizonte, apresentou programas de intercâmbio para alunos, professores e administradores da educação básica e superior. "Nosso contato com a UFU é recente, de dois anos para cá. Estivemos aqui em março deste ano e foi feita uma grande troca de informações. A embaixada tem reconhecido Uberlândia como segunda cidade [em relevância, depois de Belo Horizonte] de Minas Gerais", declarou.

A professora Daniela Crosara, da Faculdade de Direito (Fadir/UFU), e o professor Leonardo Barbosa e Silva, do Instituto de Ciências Sociais (Incis/UFU), que fazem parte do grupo de pesquisa Observatório de Políticas Públicas, participaram da feira. "A gente quer ver, dentre os países presentes, quem tem alguma linha de pesquisa que a gente possa correlacionar com a nossa no Brasil", disse Crosara.

O Observatório pesquisa problemas como evasão e retenção na educação superior e, de acordo com Crosara, a realidade de outros países nessa área é bem diferente da brasileira. Segundo Barbosa, a representante de Portugal, Augusta Mota, fará um levantamento das pesquisas nessa área na Universidade de Coimbra e enviará aos pesquisadores da UFU.

Para o diretor de Inovação e Transferência de Tecnologia da UFU, Thiago Paluma, a feira de embaixadas cumpriu seu objetivo. "Permitiu o estabelecimento de pontes, num primeiro contato, para que nossos pesquisadores internacionalizem suas pesquisas e suas atividades acadêmicas estreitando os laços com os países aqui presentes."

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