Publicado em 11/02/2026 às 08:11 - Atualizado em 12/02/2026 às 13:59
Esta é mais uma série “Mulheres e Meninas na Ciência”, produzida pela Divisão de Divulgação Científica da Diretoria de Comunicação Social da UFU. Entre 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, implementado pela Unesco e pela ONU Mulheres, e 8 de março, Dia Internacional da Mulher, que teve origem no movimento de trabalhadoras estadunidenses e também foi reconhecido pela ONU, publicaremos, semanalmente, entrevistas com pesquisadoras de diferentes etapas da formação educacional, desde o Ensino Básico até a pós-graduação.
Nesta edição entrevistamos duas estudantes que participaram de projetos científicos, sejam em suas escolas ou desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Além de participarem de feiras de ciência, Millena Cardoso e Ana Luiza Viana foram integrantes de um projeto que incentiva meninas e mulheres a atuarem em pesquisas sobre conservação ambiental e saneamento, o “Guardiãs das Águas”, coordenado por Jeamylle Nilin Gonçalves, docente do Instituto de Biologia da UFU.
As alunas também participaram do “Futuras Cientistas”, programa do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene) que estimula o contato de alunas e professoras da rede pública de ensino do país com as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.
Justamente no período entre a produção e a publicação dessa série de entrevistas pelo portal Comunica UFU, elas estão vivenciando uma fase de transição simbólica em suas vidas: a passagem dos 17 para os 18 anos. Somam-se a isso a saída do Ensino Médio, a escolha de uma carreira profissional e o esforço para aprovação em uma universidade.
“Eu acho a fase que a gente está um pouco difícil. Porque eu não sou adulta de verdade, também não sou mais adolescente, não estou mais indo para escola, mas também não estou na faculdade, então eu tenho que escolher algo para seguir. Muita gente escolhe: ‘Ah, vou fazer [Medicina] Veterinária porque eu gosto de bicho, vou fazer Nutrição porque foi algo que eu vivi’. E talvez eu chegue lá na frente e não seja isso mesmo. Então, é algo incerto, né?”, resume Millena.
Apesar das preocupações e incertezas, elas fazem suas reflexões e falam sobre seus aprendizados envolvendo a iniciação científica, a ciência e a sociedade. Vale a pena conferir.
Millena Cardoso
Você está concorrendo a uma vaga nos cursos de Nutrição e de Educação Física (2ª opção) da UFU. Por que esses cursos?
Eu acho que condiz com a minha história, porque quando eu era criança, sempre fui uma criança acima do peso. Então, eu sempre fui à nutricionista, tive uma alimentação saudável, fui aquela criança que fazia natação, balé, vôlei, minha mãe sempre me colocou em tudo. Então, aprendi a gostar. Aí, ano passado, por conta do vestibular, do Enem, eu precisei fazer algo para distrair minha cabeça, e comecei a correr, fiz algumas provas de corrida, eu gostei muito. Aí, eu falei: "Ah, acho que é esse mundo que eu quero”.
Quem é você no Currículo Lattes?
Eu não atualizei ele, então está falando que eu estou cursando Ensino Médio. Eu gosto muito da área de biologia, ciência, pesquisa. Por mais que eu não vá seguir essa área, foi o que eu fiz no meu Ensino Médio inteiro, né? Por conta do Guardiãs, do Futuras Cientistas, os projetos que eu fiz na escola. Então, eu gosto bastante. Então, essa sou eu no Lattes.
E fora dele?
Eu gosto de correr, gosto de sair com as minhas amigas. Também gosto da ciência fora do Lattes.
E no Guardiãs das Águas, como é que começou? Como você teve o primeiro contato?
Bom, no começo do ano passado, a gente fez o Futuras Cientistas. Foi nesse Futuro Cientistas que eu conheci o Guardiãs das Águas e aí a Jeamylle convidou a gente para continuar, para entrar no Guardiãs, porque o Futuras Cientistas é separado do Guardiãs. O Futuras Cientistas é uma imersão. E aí o Guardiãs das Águas foi aprovado bem quando acabou o Futuras Cientistas. Então, ela convidou a gente para entrar no projeto. Nós fomos as primeiras Guardiãs das Águas.
O que os projetos “Futuras Cientistas” e “Guardiãs das Águas” representaram para você?
Nossa, que pergunta difícil! Eu acho que representam um tempo muito de descobertas para mim, né? Um tempo muito bom, porque eu aprendi coisas que eu não sabia, eu descobri coisas que eu gostava, que às vezes a gente só se acostuma a falar: "Ai, isso aí eu vejo na escola", mas o projeto mostrou uma perspectiva totalmente diferente para a gente. Ensinou a gente a trabalhar em equipe, a fazer pesquisas, a ter um olhar crítico de olhar para uma coisa e não só levar como “Ah, é mais um acontecimento do nosso dia”. Não, aquilo ali é ciência. Mostrou para a gente o que é, que nós podemos ser uma cientista e que, por mais que eu não vá seguir essa área da ciência, é uma área que eu gosto muito. Tem um cantinho muito especial no meu coração.
E o que é ciência para você?
Para mim, ciência é procurar a resposta daquilo que ainda não tem. Olhar as coisas de uma nova perspectiva.
O que você aprendeu de mais interessante no projeto do qual você participou mais tempo, o Guardiãs das Águas?
Foram as análises ecotoxicológicas [que avaliam os efeitos tóxicos de substâncias químicas, efluentes ou resíduos sobre o meio ambiente] feitas com sementes de alface. Foi muito legal.
E como é esse processo?
A gente pega uma plaquinha, forra ela com filtro e coloca as sementes com água. A gente colocou [água] do córrego Lagoinha. A gente coloca a amostra, tampa e coloca na BOD [um tipo de estufa] para ela germinar. E aí lá ela vai ficar na temperatura adequada, porque ela necessita para germinar, junto com as outras amostras de controle, água e sal, para a gente ter uma ideia. E aí quando a gente retira, a gente vai ver quanto germinou, quanto não germinou, vai medir e vai quantificar como que está. E a gente sabe como está aquela água, se está tóxica, se não está. A gente faz com vários pontos do mesmo córrego. Nosso estudo foi no córrego Lagoinha. A gente coletou água de quatro pontos e fez também com água destilada para controle. Teve um dia que a gente ficou no laboratório das 2h da tarde às 7h da noite. Foi muito legal, mas não foi cansativo, porque era algo que a gente gostava.
E antes desse projeto, você já tinha tido outras experiências científicas semelhantes?
Já. A primeira vez que participei do Ciência Viva [feira de ciência promovida pelo Museu Diversão com Ciência e Arte, do Instituto de Física da UFU), foi com a minha professora de Biologia também e a gente também fez análise ecotoxicológica. Quando eu era mais nova, eu já tinha participado de outros projetos, mas não que eu me lembre, porque era minha mãe que me levava, então não teve tanto impacto para mim. Acho que teve mais impacto quando eu comecei realmente a entender o que eu estava fazendo. Foi com 15, 16 anos, quando eu estava no primeiro e segundo ano do ensino médio. Foi aí que eu comecei a realmente gostar.
E que pesquisa foi essa?
Foi sobre toxicidade das plantas do Cerrado. A gente pega a folha e ferve ela com água normal e depois a gente coa e aí a gente vai ter o extrato daquela planta. A gente pega fermento biológico — porque a gente precisa de um ser vivo que seja mais em conta —, mistura na água com um pouco de açúcar e mistura nesse extrato para ver se [os microrganismos] vão sobreviver, se não vão. Nesse eu achei que dá mais trabalho, porque a gente ia quantificar no microscópio. E aí são muitas, muitas partículas! A gente tem que reduzir na água para depois multiplicar na hora de quantificar. Eu, particularmente, achei que esse deu muito mais trabalho. Eu acho que, talvez, se desse para fazer com a semente de alface nesse extrato das plantas, daria menos trabalho.
Tem alguma pessoa que te inspirou na ciência?
A primeira pessoa que me inspirou para ciência foi a minha professora Paulla Vieira, de Biologia. Ela era tão apaixonada por aquilo que me fez gostar também. Ela passava trabalhos muito bons para a gente, a gente apresentava um trabalho do sistema cardiovascular, muito legal. Ela disse que ia publicar na revista, então ela sempre se importou com a gente, com o que a gente fazia, sabe? Aí isso me inspirou muito a gostar dessa área. Façam ciência, gente! É muito bom. As pessoas tem que conhecer. As pessoas têm muito preconceito antes de conhecer a área da ciência. É totalmente diferente do que as pessoas acham que é, antes de conhecer.
Que tipo de preconceito você acha que as pessoas têm em relação à ciência?
Eu acho que elas pensam que não são importantes, que não resolvem os problemas do mundo, que ficar pesquisando é serviço de à toa porque não tem mais o que fazer. Mas não é, gente! É realmente importante aquilo ali que a pessoa está fazendo. Porque ciência não é “você faz hoje, amanhã você tem a resposta”. É “você faz hoje, aí amanhã dá errado”. Depois você tenta de novo e no outro dia vai dar certo. Então, isso é um caminho que você trilha até chegar na resposta.
Você tem um sonho?
Eu queria muito escrever um livro. Eu acho que é um sonho. Um livro tipo uma biografia mesmo, contando quem eu sou, a minha trajetória, por isso que eu tenho que esperar até ficar mais velha, entendeu? Que eu vou ter mais experiência para escrever algo assim, mas não uma biografia chata, um livro de autoajuda, queria algo que fosse dinâmico, algo legal, sabe? Desde mais nova eu sempre gostei de ler. Na verdade, antes minha mãe me obrigava, depois eu gostei mesmo. Obrigada, mãe!
Ana Luiza Viana
Quem consultar seu Currículo Lattes vai encontrar o quê? Quem é você no Currículo Lattes?
Acho que vai encontrar um perfil multidisciplinar, porque eu preferi seguir com a parte de exatas, com Engenharia e Matemática. Mas eu tenho muito interesse também na parte de Ciências Humanas. A minha primeira vez com uma iniciação científica foi a partir da OBMEP [Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas], então eu fiz o PIC, que é um programa de iniciação científica júnior, mas ele é dentro da área de matemática. Depois disso, eu acabei fazendo alguns trabalhos muito voltados para a História e Sociologia. E agora eu trabalhei com a Jeamylle, em Biologia. Então, são muitas áreas diferentes. Eu, particularmente, sinto mais afinidade com as Ciências Humanas e Exatas, apesar de serem polos um em relação um ao outro, mas são bem interessantes para mim. E eu acho que, até certo nível, bastante complementares, principalmente quando você pensa que a filosofia e a matemática surgiram quase juntas.
E fora do Lattes?
Acho que eu sou uma pessoa que gosta de tentar coisas novas e de gastar energia. Eu gosto de praticar muay thai, eu gosto de treinar, gosto muito de conversar. Eu adoro debates, mas não necessariamente num sentido formal da coisa, mas discutir ideias para mim é sempre muito interessante e eu acho que conversar com pessoas é algo que eu acho muito legal. E ler também, interessante a leitura. Mas eu acho que poder discutir coisas com as pessoas é maravilhoso, sabe? Você sempre consegue ver algo diferente e eu acho isso realmente muito bom.
Principalmente, em que área?
Eu acho que na parte de discussão eu acabo gostando mais de Ciências Humanas. Eu gosto de discutir história, filosofia. Eu realmente acho incrível. Ou, por exemplo, quando você chega talvez num dilema moral. Porque eu acho que matemática não tem tanta discussão de resultado, é mais de processo, mas com certeza é muito válido também. É uma construção, uma soma para chegar a um lugar. Mas não um debate sobre aquele resultado em específico.
Você lembra dos seus primeiros contatos com a ciência?
Acho que foi quando eu estava no quinto ano, a minha escola promoveu uma feira de ciências, inclusive ia acontecer o Ciência Viva, ia pegar um dos projetos para apresentar aqui [na UFU]. Na época, acabou não dando certo, porque um vereador vetou a participação das escolas municipais, mas eu lembro que eu fiz, com outras duas amigas, um projeto de um biodigestor anaeróbio e uma composteira orgânica. E aí a gente pensou nesse projeto como uma forma de tratar a matéria orgânica e ainda assim promover um bem-estar, porque a partir do biodigestor você consegue produzir o gás metano, que pode ser usado como gás de cozinha. É claro que você precisa de todo um preparo, uma organização do ambiente para fazer esse uso, mas era uma opção. Ainda é, na verdade. E a composteira, que é um item ainda mais viável, você consegue, a partir dela, tirar como um chorume limpo, porque é só a matéria orgânica que você vai usar, então, restos de alimentos, para cultivar uma horta. E ele é um ótimo “pesticida natural”. Essa foi a nossa ideia de trabalho.
E no projeto aqui da UFU, como foi sua participação?
Foi no final de 2024, eu vi um cartaz na escola falando sobre o Futura Cientistas e decidi me inscrever. E para ser bastante honesta, a princípio eu não ia escolher o projeto da Jeamylle. Eu tinha interesse num projeto de robótica, só que ia acontecer no campus de Ituiutaba, que era um pouco inviável para eu ir todos os dias. E eu acabei pesquisando mais, encontrei o projeto da Jeamylle, que para mim também pareceu muito interessante, numa área que eu ainda não conhecia. E daí eu me inscrevi no projeto, o “Guardiãs das Águas - meninas pelo saneamento”.
Você participou do Futura Cientistas e do Guardiãs das Águas?
Sim, só que foram propostas diferentes. Dentro do Futura Cientistas, a gente tem uma imersão, é um projeto mais rápido e mais para motivar a participação das mulheres dentro das áreas de STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). O Guardiãs das Águas, a nível de iniciação científica, acontece com mais atividades que não só motivem a participação feminina na área de STEM, mas como desenvolvem nessas meninas habilidades necessárias dentro da universidade. Por exemplo, você vai aprender a construir relatórios, como funciona o método científico, a desenvolver uma pesquisa, analisar resultados, que são todos itens mínimos que você vai precisar dentro da universidade para continuar a desenvolver pesquisas.
E o que representaram para você esses projetos?
Uma oportunidade de conhecer uma nova área do conhecimento e aprofundar algumas coisas que eu ainda não tinha feito muito. Por exemplo, a parte de relatórios. Os outros trabalhos e pesquisas que eu fiz, você ainda escreve, mas era algo muito teórico. E com a Jeamylle a gente conseguiu aplicar de fato. Por exemplo, quando a gente vai fazer os testes ecotoxicológicos, você precisa aplicar ali no experimento, você precisa saber fazer a leitura, por exemplo, dos resultados da alface.
Acho que foi em 2023, eu fiz um trabalho em cima de um livro, Realismo Capitalista, do Mark Fischer. Então, trabalhar em cima de uma obra desse jeito é muito diferente de fazer um trabalho que envolva laboratório e cuja fonte de pesquisa e a maneira de tratar os dados é distinta. Então, acho que eu pude aprender a aplicar de uma forma diferente as técnicas de pesquisa que você precisa dentro de um laboratório.
Tem alguém que te inspira na ciência em geral?
Eu não sei se eu diria que uma pessoa em específico, mas alguns trabalhos que eu não sei nomear agora os autores, mas que foram coisas muito interessantes. Eu lembro que no Ensino Fundamental, no quinto ano ou no sexto, eu tinha visto que alguns pesquisadores, só que eram universidades norte-americanas, eles estavam desenvolvendo um braço mecânico para pessoas que tinham amputado algum membro e eles conseguiam usar sensores e a partir disso medir os impulsos nervosos e controlar aquele braço mecânico, eu achei isso mágico. Eu acho que foi a primeira coisa que eu vi que eu pensei: “Caramba, isso é incrível!”. Recentemente, eu vi a manchete, parece que alguns alunos e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, eles estavam fazendo uma pesquisa sobre um remédio que eles poderiam usar para ajudar pessoas que tinham paralisia a voltar os movimentos. E realmente estavam tendo resultados positivos. Eu acho que tudo isso é incrível! E aí, quando você vê que essas pessoas conseguem, em cima de pesquisa e uma busca grandiosa de informações e um trabalho que envolve tantas pessoas, encontrar uma solução que agrega na vida de outras, eu acho que tudo isso é muito interessante. Porque é o que faz sentido: a vida, você conseguir contribuir e ajudar para que as coisas sejam melhores. Isso me inspira, no fim, a olhar para essas situações e pensar: "Um dia eu quero estar próxima de um resultado assim".
E em que carreira, por exemplo?
Eu pensei muito na área de engenharia, porque é o primeiro curso que eu acho que você consegue ter esse contato de construção e de visualizar problemas e talvez soluções dentro disso. Eu ainda não defini se eu trabalharia como uma pesquisadora e já desde a graduação buscaria os caminhos diretos para isso ou se eu ainda tentaria um mercado aberto e ver o que eu posso fazer dentro disso. Mas eu acho que nada exclui a pesquisa ou a busca por uma solução. E a minha escolha de curso se baseou muito nessa possibilidade de construção de algo e algo nesse momento material, físico de fato. Porque nas ciências humanas eu acho que seriam mais teorias, muito válidas com certeza, mas menos materiais ou táteis. Eu acho que isso mexeu comigo na hora de escolher um curso também.
Eu acho que construir algo que faça diferença para alguém. Porque, particularmente, quando eu penso na vida e como você se coloca no mundo, eu imagino que você realmente tem que ser capaz de contribuir de alguma maneira, sabe? Deixar as coisas um pouquinho melhores do que quando você chegou. Porque senão parece que as coisas perdem o sentido e ficam muito superficiais.
E aí, pensando nisso, eu gostaria de desenvolver algo que fosse válido, que pudesse ajudar alguém, que realmente melhorasse a vida de alguma pessoa. É triste, mas nem todo mundo consegue ter alguns acessos. E, mesmo vindo de escola pública, eu sinto que eu tive oportunidades que realmente fizeram a diferença na minha formação, ou pelo menos na maneira como eu encaro as coisas hoje. E nem todos, mesmo estando nos mesmos espaços que eu, tiveram essa chance.
Então, eu acho que buscar soluções ou permitir que esses acessos sejam mais facilitados é até uma forma de retribuir, democratizar as coisas, já que elas não são tão equitativas. Existem desigualdades no mundo e é difícil olhar para isso e achar que está tudo bem. Não tem como estar tudo bem, né?
E eu acho que o meu sonho é conseguir, de alguma forma, amenizar isso ou pelo menos ajudar que outras pessoas tenham os acessos que eu tive com mais facilidade ou em maior quantidade. Acho que isso é extremamente importante.
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